domingo, 15 de novembro de 2015

O poeta e a paineira



                 


Sentei me na sombra de uma velha paineira
Em minha alma fiquei recordando infância
Na quele sitiozinho em que morávamos
Trabalhávamos muito, mas era gratificante
Enquanto a lavoura crescia o sonho só almentava
Isto era um bom começo para quem estava crescendo

Momentos que eu adormeci e voltei no tempo da vida
Enquanto eu viajava nos meus sonhos os passarinhos cantavam

Num determinado momento eu estava em meu cavalo
Ajuntar todo o gado para fazer a vacinação contra as doenças

Senti a brisa dos ventos soprar em meu rosto cansado
Observei que as lagrimas começou a escorrer em meus olhos
Momentos que senti o sol escaldante tocar em meu corpo 
Busquei-me a encontrar a sombra da velha paineira
Recebendo aquela brisa refrescante do dia que se despedia
Assim fui lentamente me despertando de um sono aconchegante

DEUS me deu está linda oportunidade de voltar no passado
E recordar os momentos lindo que já vivi em minha vida

Uma emoção tomou conta desse pobre coração de poeta
Muitos anos se passaram em minha vida em que já vivi
Agora só posso mesmo ser este humilde poeta do asffalto

Pois o tempo passou com as nuvens passa no azul do céu
Apreciada por muitos que admira as maravilhas de DEUS
Isto e a realidade da vida em que vivemos com sonhos vividos
Nos momentos em que se conquistamos as verdadeiras amizades
Enquanto a vida segue seus roteiros sem ter retorno para voltar atrás
Iremos também vivendo os bons momentos que vivemos em famílias
Recebendo a cada amanhecer um dia abençoado por nosso querido pai
Até o dia em que as cortinas se fecharem para sempre em nossos olhos


                                                                    O poeta do asffalto

                                                                      28/10/2015

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