domingo, 28 de abril de 2013

Uma tarde diferente


A lua cheia brilhava
Pois eram noites de outono
O quintal estava sujo
Com limbos por todo cantos 

A chuva se despediu
O sol brilhava com intensidade  
Eu e minha fiel esposa
Começamos lavar com o jato

Quando um parava o outro  começava
Aos pouco foi ficando limpinho
Tivemos uma grande idéia
Vamos pintar o nosso quintal

Qual a cor que iríamos escolher
Ficou difícil a gente decidir
Todas as cores são lindas
E agora o que fazer

 Verdes cores das matas
Esperanças vamos ter
Resplandecer de esperanças
Diante de tantas belezas
Estando na mente imaginando

Amarela cor da lua
Muitas lembranças noz trazem
Ao saber que  nos sertões
Recrebava com os bailões
E íamos ate o  amanhecer
Lembranças que temos na alma
O prazer que temos pra recordar

Azul cor do céu de anil
Zilda minha fiel esposa
Uma doce mulher carinhosa
Linda como as flores do campo

Branco igual as nuvens
Recordando o tempo da infância
A gente ficava imaginando
Na mente bastante coisas
Como se fosse algodão doce
Aonde a inocência era real  
  

                                                                                              O poeta do asffalto

                                                                                                                             27/04/2013         

domingo, 14 de abril de 2013

Os sabias do meu quintal



Nos fundo da minha casa
Tem um bosque com belezas
O vento mor mura poesias
A brisa refresca a gente

Na soleira da porta eu sento
Viajo com meus pensamentos
Sem perceber em meus olhos
As lagrimas começa a cair

Sabia canta tão lindo
Sabia do meu sertão
Sabia que me inveja
Sabia do meu coração

Sabia parece que sabe
Sabia que canta e me encanta
Sabia que me emociona
Sabia que me faz chorar

Nas tardes quentes eu ouço
Nos galhos verdes das matas
Nosso querido sabia
No quintal de minha casa

Assim e o lugar que eu moro
Assim a gente e feliz
Assim apreciamos as paisagens
Assim escreveu o poeta

Sabia das laranjeiras   
Sabia pardas também
Sabia poça e feliz
Sabias de minhas vida


                                                     O poeta do asffalto

                                                     22/01/2013

Nas barrancas das saudades



Ao ver o balançar das arvores
Que o vento soprava suavemente
No azul d céu eu via
As brancas nuvens que passeavam

No alto de uma paineira
João de barro construiu
Sua linda moradia
Pra criar seus filhotinhos

OS sabias nos encantam
Quando vem raiando o dia
Seu canto me emociona
Cm lagrimas em meus olhos

Quando a tarde vem chegando
Os bens te vis fazem festas
As rolinhas se ajuntam
Nos galhos de cada arvores

Rio pequeno e cauteloso
Desce as montanhas solitárias
Levando muita esperança
Pra quem mora bem distante

Nas barrancas da saudade
Ou numa casinha singela
Onde o poeta descreve
Os sonhos de sua mente


                                                             O poeta do asffalto

                                                               20/01/2013

Férias de um poeta



Fizemos um belo passeio
Entre rios e florestas
Resolvemos acampar
Improvisamos uma cabana
As margens do rio pequeno
Sombra boa e água fresca

De manhã quando acordamos
O sol já estava bem quente

Pescando e tomando café
O cheiro de mato era o perfume
Emocionado a gente ficava
Tínhamos o dia inteiro
Apreciando toda beleza

Deus nos deu este paraíso
Onde somos privilegiados

A noite a gente só ouvia  
Somente o cantar dos sapos
Entre a escuridão da noite
Ficávamos apreciando
Fazendo festa  pra gente
Assim os vaga-lumes iluminavam
Lentamente os nossos olhos
Todos estavam de férias
O poeta do asffalto também
                                                       



                                                    O poeta do asffalto

                                                     15/01/2013

A juventude do mundo moderno



Jamais eu poderia imaginar
Um dia ver as crianças
Vivendo uma vida esquisita
Esquecendo os valores
Na educação de um futuro melhor
Tendo tudo de bom
Uma escola para estudar
Deixando de ter um privilégio
Esquecendo tudo que aprendeu

Deixando seus pais muito tristes
Os filhos poucos se preocupam

Mesmo fazendo faculdades
  Uns e outros procuram fazer fraude
Não pensam na vida do próximo
Depois que tem seus diplomas
O povo carente e que sofrem

Muitos se calam pra sempre
Onde a gente se esquece
Deixando de viver a vida
E vão viver em outro lugar
Restando apenas saudades
Nas lembranças de quem ficou
Onde vive na solidão

                                                            O poeta do asffalto

                                                             12/02/2013

A estrela que brilha esta noite e você



Convidamos os amigos
Para comemora com alegrias
O aniversario da Zilda
Uma esposa maravilhosa

Mãe que ama seus filhos
Mulher que Deus escolheu
Para trazer em seu ventre
Os filhos que foram destinados

Me, sinto um vencedor
Ao lado de minha esposa
Recordando o com muita emoção
Impossível não ver as lagrimas
Ao cair de seus olhos cansados

Zelando com muito amor
Isto e desde que nos casamos
Leva café na cama na cama
Deixando o dia mais romântico


Muitas dificuldades nos tiveram
A vida lhe foi muito dura
Restando somente a Fe
Reencontrou novos caminhos
Isto ensinou a viver
Ne3ste mundo de esperanças
Livrando se do passado
Investindo no futuro

Ganhando as bênçãos de Deus 
Agora e só agradecimento
Reencontrou a felicidades
Como a lua encontra as estrelas
Importante saber que esta noite
A aniversariante e a estrela



                                                                      08/03/2013

                                                                      O poeta do asffalto