A lua cheia brilhava
Pois eram noites de outono
O quintal estava sujo
Com limbos por todo
cantos
A chuva se despediu
O sol brilhava com
intensidade
Eu e minha fiel esposa
Começamos lavar com o jato
Quando um parava o outro começava
Aos pouco foi ficando
limpinho
Tivemos uma grande idéia
Vamos pintar o nosso quintal
Qual a cor que iríamos
escolher
Ficou difícil a gente decidir
Todas as cores são lindas
E agora o que fazer
Verdes cores das matas
Esperanças vamos ter
Resplandecer de esperanças
Diante de tantas belezas
Estando na mente imaginando
Amarela cor da lua
Muitas lembranças noz trazem
Ao saber que nos sertões
Recrebava com os bailões
E íamos ate o amanhecer
Lembranças que temos na alma
O prazer que temos pra
recordar
Azul cor do céu de anil
Zilda minha fiel esposa
Uma doce mulher carinhosa
Linda como as flores do campo
Branco igual as nuvens
Recordando o tempo da
infância
A gente ficava imaginando
Na mente bastante coisas
Como se fosse algodão doce
Aonde a inocência era real
O poeta do
asffalto