Ao acordar todas
as manhãs eu ouço ao lado da minha janela
Com muitas emoções as lagrimas molham meus olhos
Meu amigo o sabia vem me acordar com seu lindo canto
Para dizer que está sofrendo como eu aqui na cidade
grande
Assim deixei minha alma viajar lá no passado na infância
Sobre as matas verdejantes sempre ouvia os sons da
natureza
Momentos inesquecíveis que trago sempre em minha alma
As proezas da infância que jamais voltaras em nossas
vidas
Pois hoje as crianças não têm mais liberdades de brincar
Hoje somos prisioneiros em nossas próprias casas
Sinto falta dos bons costumes que aprendíamos com os pais
Onde a educação era ensinada dentro de casa e não na
escola
Os filhos davam benças para os pais quando iam dormir
E nos dias de hoje nem respeito tem com seus pais e mães
A tecnologia fez um mundo mudar tragicamente
Onde a evoluções fez com que tudo se modernizassem
Lindas canções ficaram esquecida no passado
Onde esta nova geração não sabe nem o que estão fazendo
Na nossa infância brincávamos de bola de pano pai abona
Esconde e esconde passa e passa peteca e muito mais
Pescaria e nadar nas aguas limpas do rio pequeno
Tudo isso e só recordações do poeta do asffalto
As matas já nem existem mais são apenas algumas arvores
Os passarinhos que cantavam e encantava nossas matas
Hoje só temos alguns soltos e outros preso em gaiolas
Que cantam para espantar a solidão e a saudades da amada
Juntos resolvemos fazer uma parceria eu e o sabia
Ao cantar todas as manhãs ele me dá a inspirações
Nas suas canções eu lhes dou a ração que ele adora
Assim aos poucos seus amigos vem aumentar a minha
felicidade
Quero ser o poeta mais romântico das lindas amigas
Que fui conquistando com amor e carinho como o sabia
Quem sabe um dia eu terei todos os sabias ao meu lado
Como eu tenho muitas amigas lindas que curtem minhas
poesias
O poeta do asffalto
02/10/2015
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