domingo, 3 de maio de 2015

Recordando o passado com o poeta do asffalto

             


O dia estava surgindo no horizonte azul trazendo muitas surpresas
Com um lindo sol ia iluminando a alma do poeta do asffalto
Os passarinhos começavam a fazer suas cantorias para anunciar
Como que estivessem te chamando para o novo dia que surgia

A brisa dos ventos soprava suavemente em nosso rosto
As brancas nuvens passeavam no céu como se estivessem bailando
A onde em minha imaginação podia dar formas para cada umas delas
Eu por exemplo imaginava dois corações apaixonado por você minha linda

Era um domingo dia do aniversário do poeta do asffalto que ouvia se
O momento em que o sino da igreja batia chamando os féis para a missa
Onde todos compareciam para agradecer a DEUS por conceder mais um dia
Pois muitos não tiveram esta grandessíssima oportunidade de dizer obrigado

Sinto saudades da minha infância onde eu não pensava em nada na vida
Tudo que fazia era certo, mas com muito respeito por pessoas mais idosas
Hoje com a chegada do progresso tudo se modificou se e a educação não existem
Os jovens já não podem trabalhar mas podem votar e fazer badernas nas ruas

As pessoas moram um ao lado do outro e não se conhecem por falta de tempo
Ou saem muito cedo e chega somente a noite e ficam feito prisioneiro em suas casas
Naqueles tempos que se passaram a gente ficava conversando e tocando viola
Onde todos se reuniam e ficavam curtindo a lua linda passeando pelo espaço

Nos domingos as famílias se reuniam para almoçar todos juntos com amor
Cada fim de semana era na casa de cada vizinho onde a festa era farta
Todos compartilhavam com amor e carinho o pouco que tinha em sua casa
A existiam maldades e nem ambição entre as pessoas que tinham o prazer de recebe-los

Morando aqui na cidade grande hoje nem conheço o meu vizinho que mora ao lado 
Se chamo faz de conta que não estão em casa achando que vou pedir alguma coisa
Mas quando eu vejo que eles correm perigo eu faço questão de ajuda lós com carinho
Pois eu trago dentro da alma tudo aquilo que aprendi lá no passado quando era criança

                                                                            O poeta do asffalto

                                                                             23/04/2015







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