Nos fundo da minha casa
Tem um bosque com belezas
O vento mor mura poesias
A brisa refresca a gente
Na soleira da porta eu sento
Viajo com meus pensamentos
Sem perceber em meus olhos
As lagrimas começa a cair
Sabia canta tão lindo
Sabia do meu sertão
Sabia que me inveja
Sabia do meu coração
Sabia parece que sabe
Sabia que canta e me encanta
Sabia que me emociona
Sabia que me faz chorar
Nas tardes quentes eu ouço
Nos galhos verdes das matas
Nosso querido sabia
No quintal de minha casa
Assim e o lugar que eu moro
Assim a gente e feliz
Assim apreciamos as paisagens
Assim escreveu o poeta
Sabia das laranjeiras
Sabia pardas também
Sabia poça e feliz
Sabias de minhas vida
O poeta
do asffalto
22/01/2013
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