Ao ver o balançar das arvores
Que o vento soprava suavemente
No azul d céu eu via
As brancas nuvens que passeavam
No alto de uma paineira
João de barro construiu
Sua linda moradia
Pra criar seus filhotinhos
OS sabias nos encantam
Quando vem raiando o dia
Seu canto me emociona
Cm lagrimas em meus olhos
Quando a tarde vem chegando
Os bens te vis fazem festas
As rolinhas se ajuntam
Nos galhos de cada arvores
Rio pequeno e cauteloso
Desce as montanhas solitárias
Levando muita esperança
Pra quem mora bem distante
Nas barrancas da saudade
Ou numa casinha singela
Onde o poeta descreve
Os sonhos de sua mente
O poeta do asffalto
20/01/2013
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