Nas matas verdejantes cantam lindos passarinhos
As aguas cristalinas descem das lindas cachoeiras
Também temos no infinito o azul do céu anil
Uma grande muralha de pedras que protege das erosões
Rio pequeno que me encanta a minha alma de poeta
Em nossos espíritos sentimos a presença de DEUS
Zelando por todos que estão neste mundo de ilusões
Assim teremos esperanças de um mundo melhor
As primaveras florescem e nos deixam encantados
Perfumando nossas vidas e o ar que respiramos
Retribuindo com suas doces fragrâncias nos inspiram
Em noites de lua cheia que contemplamos suas belezas
Sonhando os lindos sonhos dos amantes da natureza
Enquanto que o poeta do asffalto escreve suas poesias
Nas margens do rio pequeno com suas aguas limpinhas
Tendo como companhia a claridades da lua cheia que
ilumina
A onde a brisa da noite beija seu rosto suavemente
Sentindo dentro da alma suas emoções de poeta do asffalto
Uma luz divina que ilumina todo o universo que vivemos
As borboletas vão se ajuntando na areia branca ao
amanhecer
Sem querer elas vão formando um lindo coração apaixonado
Lentamente o dia vai se despedindo da gente
Impressionante como a noite vai se aproximando
Nas imaginações de cada um sempre a um mistério
Deixando em suas almas sempre novas esperanças
A cada estrela que brilha no infinito do céu estrelados
Serás para nós a
alma de um ente querido que se foi
Morando aqui na cidade grande não temos estas belezas
Apenas em nossos sonhos que podemos contemplar
Riquezas que tínhamos no passado e na infância
Agora só curtimos nos programas de televisão
Veremos no globo repórter ou nos livros que existem
Infelizmente hoje não tenho mais estas emoções
Lembranças que só ficaram nas memorias do poeta do
asffalto
Hoje ele escreve as poesias que viveu na sua infância
Até os amigos de
outrora se perderam com o tempo
Sentindo muitas saudades dos amigos do passado
O
poeta do asffalto
26/08/2015
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