sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Nem conheço meus vizinhos
O dia vai se despedindo da gente
A noite sorrateiramente vinha chegando
O sol vai se escondendo por de traz das montanhas
A lua vem surgindo na escuridão da noite
Estrelas brilham no infinito azul do céu
Os vagalumes passeiam bailando no ar
Piscando suas lanterninhas magicas
Deixando a gente sonhar acordado
A noite com seus encantos
Fazem sentir emoções
Sonhando com nossos sonhos
Que jamais iremos viver
A vida era muito sofrida
Mas tudo era harmonia
Os vizinhos eram unidos
Até nas rezas eles iam
Quando matavam um porco
O vizinho logo dividia com a gente
Papai retribuía com mandioca
Ou então com queijo curado
Hoje na cidade grande
Meus vizinhos pouco conheço
As casas são bem fechada
Com grades e muros alto
Naqueles tempos passado
O transporte era uma carroça
Hoje na vida moderna
O luxo e contagiante
O poeta do asffalto
11/02/2015
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