quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Desbravando as matas no quintal

Acordei de sono profundo Onde sonhei que estava limpando Um terreno no fundo de casa Para plantar verduras e frutas Comecei logo que raiou o dia Com foice machado e enxada Desbravando as matas que tinha Para limpar e preparar a terra O suor escorria no rosto A camisa molhada estava As mãos macias do poeta do asffalto Aos poucos foram formando bolhas Foi difícil e muito trabalhoso Aos poucos fui vendo a limpeza So deixei as arvores grandes Para os passarinhos pousarem Fui cercando com alambrados Para que as galinhas não entrassem Preparei com muito carinho esta terra E plantei os sonhos que tinha na alma Mandioca, aboboras e morangas Alface chicórias e repolhos Couve flor e couve manteiga Condimentos para tempero Hoje eu vivo uma vida tranquila Cuidando de minha saúde Produzindo alimentos saudáveis E tendo uma vida tranquila Agradeço muito a DEUS por estar Ao lado de minha família querida Pois esse tal de AVC quase me levou Para a outra vida após a morte O poeta do asffalto 06/01/2015

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