Quando o poeta do asffalto era criança
Sonhava com um bom velhinho no natal
Trazia em suas costas um saco com presentes
Para fazer as alegrias das crianças pobres
As suas renas voavam no espaço como magicas
Puxavam um lindo treno com o papai Noel
Em cada casa que tinha um sapato na janela
Parava e deixava um presentinho com carinho
Vestido com suas roupas vermelhas e touca na cabeça
Tinha suas barbas compridas e brancas como algodão
Fazia o natal das crianças carentes e humilde
Desejando a magia do natal em cada alma inocente
Nos meus sonhos de infâncias
Queria ganhar os presentes
Penduravam minhas meias
No varal que tínhamos no quintal
Quando amanhecia o dia de natal
O menino poeta corria para ver
Se tinha algum presente para ele
Que sonhava em receber no natal
Para a sua decepção tinha um jipinho
Com duas balas Juquinha dentro da meia
Seus olhos se encheu de lagrimas
Pois não era o que estava esperando
Os anos foram passando rapidamente
Isto ficou nas lembranças para sempre
Hoje eu compreendo a magia do natal
Onde todos comemoram este dia especial
Natal uma festa cristã que comemoramos
Onde contagia os corações das pessoas
As famílias se reúnem com amor e carinho
Comemorando o nascimento do menino JESUS
O poeta do asffalto
13/12/2015
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