domingo, 27 de dezembro de 2015

Um poeta os sabias e as amigas






Todas as manhãs ao acordar em meu quarto
Ouço o cantar das sabias que me emociona
Deixo a alma viajar lentamente no passado
Assim vou revendo os momentos de infância
Sentindo dentro do peito aquela Saldades

Mesmo ouvindo os cantos dos sabias
As lágrimas molham meu rosto de poeta
Pois nesta selva de pedras em que vivemos
A tristeza por viver preso e igual a de um sabia

Lá no meu sertão querido tínhamos flores
Uma paineira gigante onde cantavam os sabias
João de barro construía a sua linda residência
Com uma vista exorbitante e romântica

Todas as tardes chegavam para repousar
Nesta linda paineira com suas painas brancas
Muitas aves migratórias que vinham de longe
Dando lhes um colorido exorbitante para mim

A natureza e linda e maravilhosa em nossas vidas
A fauna e a flora são as nossas maiores riquezas
Quem não se encantam com todas essas belezas
Não sabe apreciar a presença de DEUS em sua volta

Com a chegada da primavera as flores perfumam
Exalando suas fragrâncias pelo ar que respiramos
Onde o poeta do asffalto compõe as suas poesias
Alegrando a alma e o coração de quem aprecia

As lindas mulheres são o seu público preferido
Que ele não se cansa de elogias todos os dias
Cada amiga e uma rosa em seu jardim da vida
Recebam carinhosamente os carinhos do poeta

                                                                             O poeta do asffalto


                                                                                28/11/2015


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