Era uma tarde tão linda de sol radiante em minha vida
No azul do céu algumas nuvens brancas passeavam
Meu amigo sabia cantava tão lindo numa grande paineira
Toda rosadas com suas flores roxa que exalava suas
fragrâncias
Por uns instantes eu senti dentro da alma de poeta do
asffalto
A felicidade de estar no meu reino encantado quando era
criança
Pois muitos anos deixei e vim
morar nesta linda selva de pedras
Contra os meus princípios de criança mas não tinha como
não vir
Os anos foram se passando como as fortes chuvas de verão
Nesta cidade grande fui aprendendo e conhecendo as
dificuldades
Mas nunca me esqueci das minhas tradições lá do sertão
E da educação que meus pais me ensinaram com respeito
Como uma simples sementinha eu fui me desenvolvendo
Me tornei um caminhoneiro e fui viver nas estradas
Transportando o progresso e enfrentando tantos perigos
Estando sempre apreciando novos desafios e ao lado da
morte
Trabalhei por mais de vinte e cinco anos dia e noites sem
parar
Dormindo pouco acordando de madrugadas e rodando sem
parar
Para levar aos lares da sua linda família abençoada que
tem
A comodidades de ter ao alcance das mãos tudo que precisa
Mas como nesta vida em que vivemos tudo tem seu tempo
Este caminhoneiro sentiu se em seu corpo os desgastes do
trabalho
Pois foi acumulando em suas viagens tanto estresse do dia
a dia
Até que um dia numa linda manhã de sol um tal de AVC o
atacou
Hoje ele está aposentado e vive recordando o tempo que
passou
Fica escrevendo para não deixar que sua alma entre em
depressão
As vezes suas lagrimas molha seu rosto cansado e queimado
pelo sol
Mas está sempre consciente que jamais poderás fazer o que
fazia
O poeta do asffalto de
Nenhum comentário:
Postar um comentário